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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Brasil novos rumos brilham no horizonte

Conforme segue abaixo, temos em mãos integralmente o discurso de
Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU - Organização das Nações Unidas.

Nesse discurso, podemos ver que a Amazônia e a Segurança Pública foram
os temas centrais, utilizados por Jair Messias Bolsonaro.
O pano de fundo é a ONU no dia 24/09/19, e com interlocutores do mundo
todo, alguns sendo confrontados, outros elogiados, e o brilho da festa,
acabou sendo o foco para o Presidente da República Federativa do Brasil
Jair Messias Bolsonaro.
É claro que depois, de terem visto na ONU, uma mulher que queria ensacar
vento, naturalmente, que ninguém esperava o surgimento de um cérebro
inteligente que pudesse sair daqui.

Tratava-se da abertura dos debates da 74ª Assembleia Geral das Nações
Unidas (ONU), isto se deu no dia 24/09/19 e coube ao Excelentíssimo
Senhor presidente Jair Messias Bolsonaro o discurso de abertura, na sede
da ONU em Nova York nos EUA.
O ponto nevrálgico de seu pronunciamento ficou centrado nos atos de
preservação da Amazônia. Mas é claro que além disso, tivemos uma espécie
de apresentação do que vem sendo feito em nosso País para a recolocação
de nosso País nos rumos adequados para o seu efetivo e real crescimento,
bem como, ao combate que vem sendo dado à corrupção e à segurança pública.

Como já faz parte da tradição, a abertura é feita pelo Presidente do
Brasil e seguido pelo discurso do presidente Donald J. Trump dos EUA.

Conforme dito por Bolsonaro em suas redes sociais: esta é "a
oportunidade de apresentar ao mundo o Brasil que estamos construindo".

Este que segue abaixo é o discurso integral:
"Senhor Presidente da Assembleia Geral, Tijjani Muhammad-Bande, Senhor
Secretário-Geral da ONU, António Guterres, Chefes de Estado, de Governo
e de Delegação, Senhoras e Senhores,

Apresento aos senhores um novo Brasil, que ressurge depois de estar à
beira do socialismo.

Um Brasil que está sendo reconstruído a partir dos anseios e dos ideais
de seu povo. No meu governo, o Brasil vem trabalhando para reconquistar
a confiança do mundo, diminuindo o desemprego, a violência e o risco
para os negócios, por meio da desburocratização, da desregulamentação e,
em especial, pelo exemplo.

Meu país esteve muito próximo do socialismo, o que nos colocou numa
situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas
taxas de criminalidade e de ataques ininterruptos aos valores familiares
e religiosos que formam nossas tradições.

Em 2013, um acordo entre o governo petista e a ditadura cubana trouxe ao
Brasil 10 mil médicos sem nenhuma comprovação profissional. Foram
impedidos de trazer cônjuges e filhos, tiveram 75% de seus salários
confiscados pelo regime e foram impedidos de usufruir de direitos
fundamentais, como o de ir e vir.

Um verdadeiro trabalho escravo, acreditem...

Respaldado por entidades de direitos humanos do Brasil e da ONU! Antes
mesmo de eu assumir o governo, quase 90% deles deixaram o Brasil, por
ação unilateral do regime cubano. Os que decidiram ficar se submeterão à
qualificação médica para exercer sua profissão.

Deste modo, nosso país deixou de contribuir com a ditadura cubana, não
mais enviando para Havana 300 milhões de dólares todos os anos.

A história nos mostra que, já nos anos 60, agentes cubanos foram
enviados a diversos países para colaborar com a implementação de ditaduras.

Há poucas décadas tentaram mudar o regime brasileiro e de outros países
da América Latina.

Foram derrotados!

Civis e militares brasileiros foram mortos e outros tantos tiveram suas
reputações destruídas, mas vencemos aquela guerra e resguardamos nossa
liberdade.

Na Venezuela, esses agentes do regime cubano, levados por Hugo Chávez,
também chegaram e hoje são aproximadamente 60 mil, que controlam e
interferem em todas as áreas da sociedade local, principalmente na
Inteligência e na Defesa.

A Venezuela, outrora um país pujante e democrático, hoje experimenta a
crueldade do socialismo.

O socialismo está dando certo na Venezuela!

Todos estão pobres e sem liberdade!

O Brasil também sente os impactos da ditadura venezuelana. Dos mais de 4
milhões que fugiram do país, uma parte migrou para o Brasil, fugindo da
fome e da violência. Temos feito a nossa parte para ajudá-los, através
da Operação Acolhida, realizada pelo Exército Brasileiro e elogiada
mundialmente.

Trabalhamos com outros países, entre eles os EUA, para que a democracia
seja restabelecida na Venezuela, mas também nos empenhamos duramente
para que outros países da América do Sul não experimentem esse nefasto
regime.

O Foro de São Paulo, organização criminosa criada em 1990 por Fidel
Castro, Lula e Hugo Chávez para difundir e implementar o socialismo na
América Latina, ainda continua vivo e tem que ser combatido.

Senhoras e Senhores,

Em busca de prosperidade, estamos adotando políticas que nos aproximem
de países outros que se desenvolveram e consolidaram suas democracias.

Não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade
econômica. E vice-versa. O livre mercado, as concessões e as
privatizações já se fazem presentes hoje no Brasil.

A economia está reagindo, ao romper os vícios e amarras de quase duas
décadas de irresponsabilidade fiscal, aparelhamento do Estado e
corrupção generalizada. A abertura, a gestão competente e os ganhos de
produtividade são objetivos imediatos do nosso governo.

Estamos abrindo a economia e nos integrando às cadeias globais de valor.
Em apenas oito meses, concluímos os dois maiores acordos comerciais da
história do país, aqueles firmados entre o Mercosul e a União Europeia e
entre o Mercosul e a Área Europeia de Livre Comércio, o EFTA.

Pretendemos seguir adiante com vários outros acordos nos próximos meses.
Estamos prontos também para iniciar nosso processo de adesão à
Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Já
estamos adiantados, adotando as práticas mundiais mais elevadas em todo
os terrenos, desde a regulação financeira até a proteção ambiental.

Senhorita YSANY KALAPALO, agora vamos falar de Amazônia.

Em primeiro lugar, meu governo tem um compromisso solene com a
preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em
benefício do Brasil e do mundo.

O Brasil é um dos países mais ricos em biodiversidade e riquezas minerais.

Nossa Amazônia é maior que toda a Europa Ocidental e permanece
praticamente intocada. Prova de que somos um dos países que mais
protegem o meio ambiente.

Nesta época do ano, o clima seco e os ventos favorecem queimadas
espontâneas e criminosas. Vale ressaltar que existem também queimadas
praticadas por índios e populações locais, como parte de sua respectiva
cultura e forma de sobrevivência.

Problemas qualquer país os tem. Contudo, os ataques sensacionalistas que
sofremos por grande parte da mídia internacional devido aos focos de
incêndio na Amazônia despertaram nosso sentimento patriótico.

É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um
equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o
pulmão do mundo.

Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou
nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito
colonialista.

Questionaram aquilo que nos é mais sagrado: a nossa soberania! Um deles
por ocasião do encontro do G7 ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil,
sem sequer nos ouvir. Agradeço àqueles que não aceitaram levar adiante
essa absurda proposta.

Em especial, ao Presidente Donald Trump, que bem sintetizou o espírito
que deve reinar entre os países da ONU: respeito à liberdade e à
soberania de cada um de nós.

Hoje, 14% do território brasileiro está demarcado como terra indígena,
mas é preciso entender que nossos nativos são seres humanos, exatamente
como qualquer um de nós. Eles querem e merecem usufruir dos mesmos
direitos de que todos nós.

Quero deixar claro: o Brasil não vai aumentar para 20% sua área já
demarcada como terra indígena, como alguns chefes de Estados gostariam
que acontecesse.

Existem, no Brasil, 225 povos indígenas, além de referências de 70
tribos vivendo em locais isolados. Cada povo ou tribo com seu cacique,
sua cultura, suas tradições, seus costumes e principalmente sua forma de
ver o mundo.

A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios
brasileiros. Muitas vezes alguns desses líderes, como o Cacique Raoni,
são usados como peça de manobra por governos estrangeiros na sua guerra
informacional para avançar seus interesses na Amazônia.

Infelizmente, algumas pessoas, de dentro e de fora do Brasil, apoiadas
em ONGs, teimam em tratar e manter nossos índios como verdadeiros homens
das cavernas.

O Brasil agora tem um presidente que se preocupa com aqueles que lá
estavam antes da chegada dos portugueses. O índio não quer ser
latifundiário pobre em cima de terras ricas. Especialmente das terras
mais ricas do mundo. É o caso das reservas Ianomâmi e Raposa Serra do
Sol. Nessas reservas, existe grande abundância de ouro, diamante,
urânio, nióbio e terras raras, entre outros.

E esses territórios são enormes. A reserva Ianomâmi, sozinha, conta com
aproximadamente 95 mil km2 , o equivalente ao tamanho de Portugal ou da
Hungria, embora apenas 15 mil índios vivam nessa área.

Isso demonstra que os que nos atacam não estão preocupados com o ser
humano índio, mas sim com as riquezas minerais e a biodiversidade
existentes nessas áreas.

A Organização das Nações Unidas teve papel fundamental na superação do
colonialismo e não pode aceitar que essa mentalidade regresse a estas
salas e corredores, sob qualquer pretexto.

Não podemos esquecer que o mundo necessita ser alimentado. A França e a
Alemanha, por exemplo, usam mais de 50% de seus territórios para a
agricultura, já o Brasil usa apenas 8% de terras para a produção de
alimentos.

Sessenta e um por cento do nosso território é preservado!

Nossa política é de tolerância zero para com a criminalidade, aí
incluídos os crimes ambientais.

Quero reafirmar minha posição de que qualquer iniciativa de ajuda ou
apoio à preservação da Floresta Amazônica, ou de outros biomas, deve ser
tratada em pleno respeito à soberania brasileira.

Também rechaçamos as tentativas de instrumentalizar a questão ambiental
ou a política indigenista, em prol de interesses políticos e econômicos
externos, em especial os disfarçados de boas intenções.

Estamos prontos para, em parcerias, e agregando valor, aproveitar de
forma sustentável todo nosso potencial.

O Brasil reafirma seu compromisso intransigente com os mais altos
padrões de direitos humanos, com a defesa da democracia e da liberdade,
de expressão, religiosa e de imprensa. É um compromisso que caminha
junto com o combate à corrupção e à criminalidade, demandas urgentes da
sociedade brasileira.

Seguiremos contribuindo, dentro e fora das Nações Unidas, para a
construção de um mundo onde não haja impunidade, esconderijo ou abrigo
para criminosos e corruptos.

Em meu governo, o terrorista italiano Cesare Battisti fugiu do Brasil,
foi preso na Bolívia e extraditado para a Itália. Outros três
terroristas paraguaios e um chileno, que viviam no Brasil como
refugiados políticos, também foram devolvidos a seus países.

Terroristas sob o disfarce de perseguidos políticos não mais encontrarão
refúgio no Brasil.

Há pouco, presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas
de bilhões de dólares comprando parte da mídia e do parlamento, tudo por
um projeto de poder absoluto.

Foram julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem
de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sergio Moro, nosso atual
Ministro da Justiça e Segurança Pública.

Esses presidentes também transferiram boa parte desses recursos para
outros países, com a finalidade de promover e implementar projetos
semelhantes em toda a região. Essa fonte de recursos secou.

Esses mesmos governantes vinham aqui todos os anos e faziam
descompromissados discursos com temas que nunca atenderam aos reais
interesses do Brasil nem contribuíram para a estabilidade mundial. Mesmo
assim, eram aplaudidos.

Em meu país, tínhamos que fazer algo a respeito dos quase 70 mil
homicídios e dos incontáveis crimes violentos que, anualmente,
massacravam a população brasileira. A vida é o mais básico dos direitos
humanos. Nossos policiais militares eram o alvo preferencial do crime.
Só em 2017, cerca de 400 policiais militares foram cruelmente
assassinados. Isso está mudando.

Medidas foram tomadas e conseguimos reduzir em mais de 20% o número de
homicídios nos seis primeiros meses de meu governo.

As apreensões de cocaína e outras drogas atingiram níveis recorde.

Hoje o Brasil está mais seguro e ainda mais hospitaleiro. Acabamos de
estender a isenção de vistos para países como Estados Unidos, Japão,
Austrália e Canadá, e estamos estudando adotar medidas similares para
China e Índia, dentre outros.

Com mais segurança e com essas facilidades, queremos que todos possam
conhecer o Brasil, e em especial, a nossa Amazônia, com toda sua
vastidão e beleza natural.

Ela não está sendo devastada e nem consumida pelo fogo, como diz
mentirosamente a mídia. Cada um de vocês pode comprovar o que estou
falando agora.

Não deixem de conhecer o Brasil, ele é muito diferente daquele estampado
em muitos jornais e televisões!

A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater incansavelmente.

Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes
que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas.

O Brasil condena, energicamente, todos esses atos e está pronto a
colaborar, com outros países, para a proteção daqueles que se veem
oprimidos por causa de sua fé.

Preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a
discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas,
em diferentes regiões do mundo.

Por isso, apoiamos a criação do 'Dia Internacional em Memória das
Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença'.

Nessa data, recordaremos anualmente aqueles que sofrem as consequências
nefastas da perseguição religiosa.

É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos,
tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo
tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras
religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé.

A devoção do Brasil à causa da paz se comprova pelo sólido histórico de
contribuições para as missões da ONU.

Há 70 anos, o Brasil tem dado contribuição efetiva para as operações de
manutenção da paz das Nações Unidas.

Apoiamos todos os esforços para que essas missões se tornem mais
efetivas e tragam benefícios reais e concretos para os países que as
recebem.

Nas circunstâncias mais variadas – no Haiti, no Líbano, na República
Democrática do Congo –, os contingentes brasileiros são reconhecidos
pela qualidade de seu trabalho e pelo respeito à população, aos direitos
humanos e aos princípios que norteiam as operações de manutenção de paz.

Reafirmo nossa disposição de manter contribuição concreta às missões da
ONU, inclusive no que diz respeito ao treinamento e à capacitação de
tropas, área em que temos reconhecida experiência.

 Ao longo deste ano, estabelecemos uma ampla agenda internacional com
intuito de resgatar o papel do Brasil no cenário mundial e retomar as
relações com importantes parceiros.

Em janeiro, estivemos em Davos, onde apresentamos nosso ambicioso
programa de reformas para investidores de todo o mundo.

Em março, visitamos Washington, onde lançamos uma parceria abrangente e
ousada com o governo dos Estados Unidos em todas as áreas, com destaque
para a coordenação política e para a cooperação econômica e militar.

Ainda em março, estivemos no Chile, onde foi lançado o PROSUL,
importante iniciativa para garantir que a América do Sul se consolide
como um espaço de democracia e de liberdade.

Na sequência, visitamos Israel, onde identificamos inúmeras
oportunidades de cooperação em especial na área de tecnologia e
segurança. Agradeço a Israel o apoio no combate aos recentes desastres
ocorridos em meu país.

Visitamos também um de nossos grandes parceiros no Cone Sul, a
Argentina. Com o Presidente Mauricio Macri e nossos sócios do Uruguai e
do Paraguai, afastamos do Mercosul a ideologia e conquistamos
importantes vitórias comerciais, ao concluir negociações que já se
arrastavam por décadas.

Ainda este ano, visitaremos importantes parceiros asiáticos, tanto no
Extremo Oriente quanto no Oriente Médio. Essas visitas reforçarão a
amizade e o aprofundamento das relações com Japão, China, Arábia
Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar. Pretendemos seguir o mesmo
caminho com todo o mundo árabe e a Ásia.

Também estamos ansiosos para visitar nossos parceiros, e amigos, na
África, na Oceania e na Europa.

Como os senhores podem ver, o Brasil é um país aberto ao mundo, em busca
de parcerias com todos os que tenham interesse de trabalhar pela
prosperidade, pela paz e pela liberdade.

Senhoras e Senhores,

O Brasil que represento é um país que está se reerguendo, revigorando
parcerias e reconquistando sua confiança política e economicamente.

Estamos preparados para assumir as responsabilidades que nos cabem no
sistema internacional.

Durante as últimas décadas, nos deixamos seduzir, sem perceber, por
sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o
poder absoluto.

A ideologia se instalou no terreno da cultura, da educação e da mídia,
dominando meios de comunicação, universidades e escolas.

A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de
qualquer sociedade saudável, a família.

Tentam ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até
mesmo sua identidade mais básica e elementar, a biológica.

O politicamente correto passou a dominar o debate público para expulsar
a racionalidade e substituí-la pela manipulação, pela repetição de
clichês e pelas palavras de ordem.

A ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar Deus e a
dignidade com que Ele nos revestiu.

E, com esses métodos, essa ideologia sempre deixou um rastro de morte,
ignorância e miséria por onde passou.

Sou prova viva disso. Fui covardemente esfaqueado por um militante de
esquerda e só sobrevivi por um milagre de Deus. Mais uma vez agradeço a
Deus pela minha vida.

A ONU pode ajudar a derrotar o ambiente materialista e ideológico que
compromete alguns princípios básicos da dignidade humana. Essa
organização foi criada para promover a paz entre nações soberanas e o
progresso social com liberdade, conforme o preâmbulo de sua Carta.

Nas questões do clima, da democracia, dos direitos humanos, da igualdade
de direitos e deveres entre homens e mulheres, e em tantas outras, tudo
o que precisamos é isto: contemplar a verdade, seguindo João 8,32:

- 'E conheceis a verdade, e a verdade vos libertará'.

Todos os nossos instrumentos, nacionais e internacionais, devem estar
direcionados, em última instância, para esse objetivo.

Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um
'interesse global' abstrato.

Esta não é a Organização do Interesse Global!

É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!

Com humildade e confiante no poder libertador da verdade, estejam certos
de que poderão contar com este novo Brasil que aqui apresento aos
senhores e senhoras.

Agradeço a todos pela graça e glória de Deus!

Meu muito obrigado."

(o texto que apresentei aqui, foi montado com base na matéria publicada
pela Agência Brasil EBC, com edição de Narjara Carvalho, produzida pela
repórter Andreia Verdélio no dia 24/09/19)

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

Contato:
(41) 98514-8333 (OI)
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)

Mensagem 250919 - Brasil novos rumos brilham no horizonte - (imagens da
internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.

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